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aviação em América Latina e ele Caribe está em um ponto de inflexão e tem potencial de crescimento ilimitado, mas enfrenta muitos desafios.
A região, que se estende por mais de 20 milhões de quilômetros quadrados (duas vezes o tamanho da União Europeia), demonstrou extraordinária resiliência. A 2024, atingimos os níveis de tráfego aéreo mais elevados da nossa história, contribuindo para o 3.6% do PIB regional e gerando direta e indiretamente 8.3 milhões de empregos.
Forte impulso projetado, com um aumento no tráfego aéreo 7% para 2025, Isso e muito mais foram revisados durante a edição 21 do AGM ALTA & Fórum de Líderes de Companhias Aéreas que se desenvolve em Lima.
A América Latina pode crescer ilimitadamente
Embora o tráfego na região tenha triplicado nos últimos 25 anos, a taxa de viagens per capita continua decepcionante, que apresenta um potencial de crescimento praticamente ilimitado.
- Tasa Regional (LACA): Dentro 2024, a região da América Latina e Caribe (LACA) alcançado 0.67 viagens por ano por habitante, superando o 0.49 do 2014.
- Comparação Global: Isto contrasta fortemente com o 2.56 viagens pela América do Norte 2024 ou quase 5 viajar na europa.
O detalhe das viagens per capita em 2024 por país ilustra esta baixa penetração e potencial inexplorado:
- Panamá: 1.34 (frente a 1.04 dentro 2014)
- República Dominicana: 1.69 (frente a 1.05 dentro 2014)
- Chile: 1.28 (frente a 0.85 dentro 2014)
- Colômbia: 0.95 (frente a 0.58 dentro 2014)
- México: 0.83 (frente a 0.5 dentro 2014)
- Peru: 0.67 (frente a 0.47 dentro 2014)
- Argentina: 0.6 (frente a 0.47 dentro 2014)
- Bolívia: 0.45 (frente a 0.41 dentro 2014)
- Brasil: 0.48 (nenhuma mudança desde 2014)
- Equador: 0.47 (nenhuma mudança desde 2014)
A classe média está crescendo, e para ela a aviação é uma necessidade vital (perto de 3 década 10 Passageiros nos principais mercados voaram pela primeira vez). Porém, países como Brasil y Equador mostram estagnação em suas taxas, sublinhando que as barreiras regulamentares e de custos impedem o crescimento.
A aviação não movimenta apenas passageiros
A aviação é um pilar da prosperidade partilhada, que gera riqueza e progresso para as cidades onde essa operação acontece:
- Impacto Econômico Atual: contribuiu 240 bilhões de dólares em relação ao PIB em 2024.
- Projeção para 2033: Prevê-se que este número aumente para 500 bilhões de dólares e 15 milhões de empregos.
Carga aérea é essencial, permitindo a exportação de produtos perecíveis de alto valor em questão de horas. Os principais produtos de exportação da região incluem:
- Flores: Mais de 1,000 toneladas anuais da Colômbia e do Equador.
- Frutos do mar: 188,000 toneladas do Chile e do Equador.
- Espargos e Mangas: 57,000 toneladas do Peru.
Desafios para o setor
Este crescimento é prejudicado por políticas públicas e custos que colocam as companhias aéreas no limite.:
- Custos elevados e margens baixas: As margens das companhias aéreas são muito baixas, apenas 40 centavos por passageiro voado.
- A região mais cara do mundo: A América Latina continua a ser a região mais cara do mundo em impostos e taxas por passageiro.
- Taxas como a proposta no Peru e impostos elevados afetam diretamente a competitividade.
- Mandatos Regulatorios Irrealistas: Regulamentos sobre combustíveis de aviação sustentáveis (SAF) no Brasil são difíceis de implementar, visto que hoje não se produz uma gota de SAF na região. A nível mundial, a produção esperada de SAF para 2025 é menor que 1% da demanda total.
- Congestionamento: Mais da metade dos nossos voos operam em aeroportos congestionados.
Colaboração e certeza
O objetivo geral, apoiado pelo ICAO, é atingir emissões líquidas zero de carbono para 2050 e garantir conectividade aérea para todos. Para alcançar, a indústria precisa:
- Clareza e certeza regulatória: A lei deve ser previsível e os quadros regulamentares devem ser estáveis e inteligentes.
- Investimento Justo: Aviação é um investimento, não é uma fonte de receitas fiscais fáceis. Os governos devem priorizar o valor estratégico de longo prazo que a aviação traz.
O sucesso dependerá da colaboração contínua entre companhias aéreas, ALTA, ICAO e governos da região. Só então libertaremos o vasto potencial da ALTA para ligar pessoas e movimentar economias..
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