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Junho foi um bom mês para a maioria dos mercados de carga mais movimentados da região, exceto por Brasil y Chile, enquanto que Equador y Argentina eles lideraram.
Brasil registrou uma queda 5.8% no volume transportado. A queda é explicada principalmente pela contração do fluxo EUA-Brasil (-10%) e Brasil–EUA (-6.9%). Nas importações por via aérea de Estados Unidos, A categoria que registou maior descida foi a dos equipamentos de telecomunicações e gravação de som (-20%), enquanto que, nas exportações para esse mercado, a maior redução foi observada em artigos de couro (-47%).
Chile apresentou uma redução de 9.8%, também atribuído à menor atividade nos fluxos Chile-EUA (-18.3%) e EUA – Chile (-13.6%). O volume internacional de e para Chile acumula sete meses consecutivos de quedas e, no período janeiro-junho, volte 12.3%.
Equador e Argentina lideram o crescimento percentual
Entre os mercados com maior crescimento, Equador (+21.8%) y Argentina (+18.3%). No caso equatoriano, A recuperação baseou-se no aumento do tráfego com Estados Unidos, que excedeu 9.300 toneladas (+32.4% interanual). Dentro deste aumento, destacou-se o impulso nas exportações de rosas., que em Junho ultrapassou 4,000 toneladas, com variação interanual superior a 22%.
Transporte internacional de carga de e para Colômbia cresceu 2.8% em junho. O corredor Colômbia-EUA, aquele com maior volume de carga em toda a região (gráfica 3) mais do que 25 mil toneladas mensais (principalmente perecíveis exportados da Colômbia) registrou uma queda 4.2%. Não obstante, o aumento de volumes com Espanha (+14%), Países Baixos (+59%) e equador (+63%) compensou a queda e permitiu um resultado líquido positivo.
México, por sua parte, Foi um dos poucos mercados, junto com Equador y Peru, que conseguiu aumentar seu intercâmbio de cargas com os Estados Unidos. Em junho, Os fluxos EUA-México cresceram 15% e o México-EUA 20%, o que levou a um aumento 5.6% no total de toneladas transportadas de e para o país.
“Em um ambiente global tão desafiador, O crescimento geral do transporte aéreo de cargas na região demonstra o seu papel essencial e o potencial que nossos países ainda possuem. Porém, a queda de 9% em fluxos com os Estados Unidos, principal parceiro comercial da região sublinha a importância de antecipar tendências, ajustar as capacidades e manter a flexibilidade necessária para responder a mudanças repentinas na procura”, observou Peter Cerdá, CEO da ALTA.


Habilidade: Concentrados B747F 40% de capacidade de carga; B767 lidera crescimento ano a ano
Em junho, A capacidade operada em aeronaves cargueiras de e para a LAC permaneceu praticamente estável, com pouco mais de 880 milhões de toneladas-quilômetros (–0,9% interanual). o 40% operado em B747F, enquanto o B767F registrou o maior aumento ano a ano (+61%).

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