Carga aérea na América Latina se fortalece em 2025

carga aérea voos latino-americanos estatísticas de carga 2025

✈️ Benefícios exclusivos para leitores

Códigos verificados para economizar em sua próxima viagem.

5% DESLIGADO
Seguro de viagem

Seguro internacional para viajar pelo mundo.

NLARENAS
5% DESLIGADO
Desconto em fichas

E-sim internacional para viagens ao redor do mundo.

NLARENAS
5% DESLIGADO
Aluguel de carros

Alugue seu carro com desconto em qualquer lugar.

NLARENAS

o carga aérea do América Latina e ele Caribe encerrou o exercício 2025 com números que convidam ao otimismo, embora revelem uma reconfiguração notável no mapa dos fluxos regionais.

De acordo com o último relatório da Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA), a região mobilizou um total de 4,1 milhões de toneladas métricas, que representa um sólido crescimento anual do 3,2%.

Porém, Por trás deste crescimento global está uma dinâmica de “duas velocidades”: enquanto os gigantes do Cone Sul e Norte se estabilizam, os mercados de médio porte assumiram o papel de principais impulsionadores da expansão.

Carga aérea cresce, mas desigual

O destaque do relatório é, definitivamente, o comportamento dos países com crescimento de dois dígitos. Esses mercados, que anteriormente serviam como nós secundários, estão ganhando relevância estratégica sem precedentes:

  • Peru (+15,4%) e Panamá (+14,7%): Eles lideram a tabela com expansões agressivas, consolidando a Lima (LIM) e Tocumén (PTY) não apenas como centros de passageiros, mas como centros logísticos críticos.
  • Argentina (+11,1%): Registra notável recuperação nos volumes de importação e exportação aérea.
  • América Central em ascensão: Costa Rica (+10,9%) e El Salvador (+10,7%) demonstrar que a integração nas cadeias de valor globais está a compensar o setor da carga.
  • Dentro do panorama regional de 2025, Equador se posiciona como um dos protagonistas da zona andina, registrando sólido crescimento ano a ano +6,2% na movimentação de carga aérea internacional. Este desempenho coloca o país acima da média regional (+3,2%) e a coloca no grupo de mercados com expansões saudáveis, superando os três gigantes da região em taxa de crescimento (Brasil, Colômbia e México).

Gigantes não crescem como esperado

Por contraste, os três principais mercados, que se concentram perto do 60% do volume regional, apresentaram variações marginais que sugerem estágio de maturidade ou consolidação:

  • Brasil: Continue a liderar com 880.930 toneladas, apesar de uma ligeira contracção do -1,2%.
  • Colômbia: Permanece firmemente em segundo lugar com 818.415 toneladas (+1,6%), impulsionado pelo seu robusto setor de exportação.
  • México: Registro 661.429 toneladas, com uma variação mínima do -0,3%, embora com mudanças internas significativas em suas rotas.

O relatório reafirma a dependência e estreita relação comercial com o mercado norte-americano, onde mais da metade do volume regional tem origem ou destino. O corredor Colômbia–Os Estados Unidos permanecem como a “estrada real” para cargas na região, com mais de meio milhão de toneladas transportadas.

Por outro lado, O olhar para o Pacífico está se transformando México. Tráfego entre o México e China cresceu um 14,6% dentro 2025, um fenómeno explicado pelo aumento das importações asiáticas e pelo posicionamento do país asteca como ponte logística.

A infraestrutura continua sendo fundamental. A movimentação de cargas continua altamente concentrada em nós estratégicos que funcionam como as principais artérias do comércio regional:

  • São Paulo–Guarulhos (GRU)
  • Bogotá (PÂNTANO)
  • Lima (LIM)
  • Cidade do Panamá (PTY)
  • Santiago (SCL)

Estes aeroportos não dominam apenas o volume dos seus respectivos países, mas estão se consolidando como pontos críticos de transbordo para companhias aéreas de carga que buscam eficiência na malha regional..

✈️ Benefícios exclusivos para leitores

Pesquise aqui hotéis em TODO o mundo com o melhor preço.

Deixe um comentário nesta postagem!