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o 27 Início do Aeroporto de Lima em outubroá cobrar uma taxa adicional aos passageiros em conexãoóinternacional, ¿Lima coloca o pé no chão?
o Aeroporto Internacional Jorge Ch.ávez dentro Lima desencadeou uma nova controvérsia críética da aviaçãoón no Sudãoérica: a cobrança da taxa ÚSomente para uso no aeroporto (ANCESTRAIS) aos passageiros em conexãoón. euíaerossol deresíempresas alertaram que esta medida, conduzido pela necessidade do revendedor LAP (Parceiros do Aeroporto de Lima) recuperar o investimentoón, poderiaídisparar os custos e desviar o fluxo de passageiros para centros concorrentes como Bogotáá y Panamáá.
Em um painel recente durante o Fórum ALTA, os CEOs de CÉU, JetSMART, Copa, Avianca y LATAM, junto com outros executivos do setorépresidiário e o gerente do LAP, Eles apresentaram as diferentes posições sobre esta políticaíética que, na sua opinião, tem um «todosón míope» do desenvolvimento regional.
Aeroporto de Lima e coleta TUAA
Os aerossóisías linhas são claras: Se o TUAA for cobrado aos passageiros em trânsitoánisto, o centro de Lima deixará ser atraente e usará o desenvolvimento do setor em risco. Isto no contexto em que a grande maioriaíum dos viajantes são suscetíveis a variações de preços e um mípouca diferença, pode ser a chave entre escolher uma ou outra conexãoón.
- PéPerda de potencial: Os executivos lamentaram que Lima, que foi visto como um «potencial grande centro» na regiãoón, agora seja «menos competitivo» do que outros aeroportos na área. Esta reflexãoón leva ao aríáreas a questionar se se justifica manter ou aumentar a sua operaçãoón na capital peruana.
- Desvíum dos TRáfico: Destacou-seó que concorrentes como o hub Panamá Eles não cobram taxa pela conexãoón e, de fato, Lesteán conectado ao dobro de cidades (100) aquela Lima (50). Outros aeroportos como Bogotáá espagueteén oferecer conexões máé curto e eficiente, atraindo clientes.
- O passageiro paga o custo: Como señaió Stuart Ortiz (JetSMART), o modelo de custo ultrabaixo é baseado na sensibilidade ao preço. Com taxas que podem ser $20, o passageiro acaba pagando entre 60% e ele 70% do custo total em impostos e taxas. Aumente esse percentual devido à conexãoón limita a capacidade de voar da classe média e distorceúpara a proposta de valor.
- Afetaón ao passageiro peruano: Embora a taxa não seja pagaímesmo diretamente os peruanos, Os gestores argumentam que se o custo de passar por Lima aumentar, carpaá menos oferta de voo. Como há menos oferta, passagens para peruanos ficarão mais carasán, afetando todo o ecossistema.
- Escala em risco: A possibilidade de implementar um programa de «escala» (permitir conexão de passageirosóe fique um dípara em Lima para passear) torna-se inviável se for cobrada taxa de transferência.
Para um exemplo deste problemaática, tanto LATAM y CÉU anunciaram o encerramento dos voos para Orlando, A Havana y Delún respectivamente.
LAP defende-se do ponto de vista contratual
O representante da LAP mostrouó funcionárioático com as preocupações do setor, mas enfatizeó a realidade contratual e a necessidade de recuperar o gigantesco investimentoón na nova infraestrutura. O NAJC foi construídoó com fundos 100% privado e a tarifa TUAA para ligações éá estipulado há más de 14 umaños no contrato e que cácálculo faz parte do plano de negócios, que por uma questão de estabilidade juríconsultoria de investimentoón, deve ser cumprido. Entre os destaques de Juan Joséé Salmoón, CEO da LAP se destaca:
- Contrato e Obrigaçãoón: O gerente do LAP foi claro: a úúnica maneira de recuperar o investimentoón acaboués das taxas cobradas, qual éán fixado por uma metodologiaíaprovado pelo regulador. o 50% destas taxas vai diretamente para o Estado.
- Modelo Single-Till: A concessionária opera sob um modelo «Lavrador Único», onde a receita do negócio (lojas, restaurantes, etc.) eles subsidiam a renda aéreaáferramentas para fixaçãoón tarifa, demonstrando um esforço para manter a competitividade.
- Soluções abertas: LAP tem estado em constante conversaón com o Estado, buscando «alternativas» para diminuir o impacto nos custos sem afetar o contrato. Foi levantada a necessidade de resolver esta questão de uma forma «inteligente» para não prejudicar o que lhes pertence por direito: a recuperaçãoón do seu investimentoón.
- Chamada para conectividade interna: O gerente do LAP aproveitouó para señsalientar que nem todos os problemas residem nas taxas, mas tambémén na necessidade de liberalizar a cabotagem para que oáfico doméstico não precisa necessariamente passar por Lima, aumentando a conectividade país.
A cobrança é uma realidade e já está divulgada em todo o terminal do Jorge Ch.ávez, qual seráá direto da preocupaçãoón para passageiros, aqueles com cartão, internet e um cóEu digo dever QRán pagar o TUAA, de não fazer isso, Eu não vou conseguirán embarque no seu voo de conexãoón.
Claro éá, poderiaás voam por Lima em dois voos internacionais separados, comoí você evitará essa nova taxa, mas não é a ideia, já que a experiência do usuário diminuiá Dr.áesticamente.
O debate sobre o TUAA em conexãoón se concentra em duas visões: A necessidade do LAP de honrar um contrato e a visibilidadeón estratoéLógica de aerossolíneas de dirigir aviaçãoón uma viagemés de preços baixos e simplificaçãoóregulatório.
Eu termineión do setor é um apelo às autoridades para que tenham uma visãoón longo prazo que prioriza o desenvolvimento da conectividade regional e da indústria do turismo, em vez de políticas púguerras que, embora busquem um benefício imediato, impor um obstáculo ao crescimento de uma indústria fundamental para o desenvolvimento social e económicoómacaco da regiãoón.
¿O queé pasara? Veremos o prómáximo díbem como chaves para o futuro das conexões em Lima.




